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SILVESTRE
Banco de imagens do Wix Sou a flor silvestre Que murchou no esquecimento. Não foi por falta de força… Mas por excesso de solidão. Ninguém rega aquilo que nasce longe dos olhos. E eu nasci assim: À margem. Bonito demais para o abandono. Invisível demais para ser escolhido. Sou a flor silvestre que nasceu longe dos jardins. Sem placas. Sem vasos. Sem mãos cuidadosas. Crescendo entre pedras… Aprendendo sozinho como sobreviver ao vento. E sobrevivi. Por muito tempo, Achei que iss
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11 de jun.1 min de leitura


Espaço (in)visível
Banco de imagens do Wix Eu fui engolido por uma cobra Nem vi/entendi Como aconteceu Mas o que assustou no fato É que nada senti Dentro da barriga da cobra Entre gases e sucos digestivos Está eu, entre o estar e não estar Um espaço vazio O que a cobra viu em mim? Uma oportunidade ou só um impulso Mas lá estou eu Sendo digerido pra ser vomitado Não trago os nutrientes que ela precisa? Não sou o suficiente O espaço em branco do tempo Um gesto animalesco Eu arrebatado Enquanto a
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3 de jun.1 min de leitura


Poema gótico em crise de meia idade
Banco de imagem do Wix Sonhei com vampiros e com você esta noite Desperto, pensei nesse novo-antigo amor que é eterno e imortal, mas estando morto só pode seguir drenando de algum lugar o fulgor para manter as veias quentes O passado, se permitido, vampiriza o presente Rafael Assis Escritor, poeta e resenhista. Criador do blog "Um de Tudo" como um arquivo, um portfólio, um local de posts difusos buscando ser uma mapa para as diversas produções que tomam forma quando encontra-
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28 de mai.1 min de leitura


Até O Fim
Banco de imagem do wix Quanto a mim, Digo sem nenhum receio... Não espere silêncio. Sou verbo que insiste mesmo quando o mundo cala. Sou verso entre vírgulas... Um suspiro escondido nas entrelinhas... A cicatriz bonita de um sentimento antigo Que não morreu, Só virou metáfora. Sim... Não espere de mim, Coisas típicas dos comuns... Sou bem incomum na verdade... E digo com toda sinceridade... Serei poesia nos dias de sol, E nos dias de tempestade... Nas manhãs mornas... E nas m
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21 de mai.1 min de leitura


O diabo se apresenta em belas vestes
E com sorriso manso Falas macias Toque gentil O diabo se faz de mal Porque o mal atrai A verdade e o pão amassado O diabo se veste de cetim O diabo toma um trago E o mesmo cigarro que o seu As coincidências que tornam A mágica de um rio que corre certo subindo a montanha O diabo se sente mal fazendo Mas faz mesmo assim Porque o diabo é assim Bobo é puro de coração O diabo se apresenta em belas vestes Vestidos sinuosos De culturas distantes E tênis branco O diabo me beija Troc
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23 de abr.1 min de leitura


A manhã tem teu nome
Você me visita em sonho Me chama de sonso Da-me um beijo e some Feito como faz a manhã Com teus olhos, com teu nome (...) Volto a fechar meus olhos Teu nome entra pela janela Tento te encontrar no escuro Você foge, me atropela Mas de manhã eu volto, com sorte (...) Não creio que há vida na morte Mas toda manhã vejo seu nome E a cada manhã mais eu morro De saudade, de vontade, de sono Rafael Assis Escritor, poeta e resenhista. Criador do blog "Um de Tudo" como um arquivo, um p
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17 de abr.1 min de leitura


Algo sombrio está prestes a ser revelado... Nosso primeiro quadrinho, Vigiados, traz uma história cheia de tensão e mistério. Quer descobrir o que estamos escondendo?
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